banner sobre gestão da cadeia de suprimentos

De acordo com indicadores e estudos realizados recentemente, as indústrias de manufatura vem investindo fortemente na criação de novos produtos, como instrumento de manutenção da competitividade.

O processo, desde a concepção até sua disponibilização do mercado (time to market), precisa ocorrer de forma rápida, fugindo assim da “comoditização” e garantindo um diferencial junto à concorrência.

Uma  eficiente gestão da cadeia de suprimentos (SCM), e uma contínua redução de custos de aquisição, são fatores fundamentais para a competitividade dos novos produtos.

Nesse cenário, a implementação de soluções tecnológicas voltadas para gestão da cadeia de suprimentos (SCM) tornou-se uma peça-chave para a obtenção de eficácia na gestão desse processo. Somente as empresas que continuam a investir na evolução do seu ERP, ou nas suas soluções de supply chain, podem garantir um nível elevado de competitividade.

Tendências e desenvolvimentos que a indústria de manufatura precisa conhecer.

Apresentamos a seguir duas importantes tendências de TI que impactam fortemente a indústria de manufatura. Elas contribuem, significativamente para a inovação no supply chain management da empresa, acelerando o “time to market”.

1 – Cloud: público, privada ou híbrida?

O modelo de serviços e infraestrutura Cloud é crescente no meio da tecnologia. Há quem diga que esse é um caminho sem volta, e que em breve a maioria das aplicações serão em nuvem. Já existem empresas de manufatura executando suas aplicações 100% em nuvem, o que motiva o setor a ver com bons olhos essa possibilidade.

Mas existem tipos diferentes de Cloud, que interagem de forma distinta com os diversos tipos de processos de negócios nas empresas. Então, como avaliar qual é o melhor tipo de solução Cloud para sua empresa? Começar apenas com aplicações satélite ou migrar o todo sistema corporativo (ERP)? Vale a pena implementar uma solução 100% Cloud?

Há alguns tipos diferentes de nuvem a serem analisadas. Vamos dividir em 3 tipos:

  1. Nuvem pública.
  2. Nuvem privada.
  3. Híbrida (Combinação de ambas).

A primeira coisa a se pensar é em qual tipo de nuvem o processo de negócio da sua empresa se adequaria melhor.

Supondo que você tenha um processo robusto de supply chain management, com informações estratégicas de fornecedores, preços, negociações e follow-up. Nesse cenário uma núvem pública não é recomendável.

A melhor alternativa nesse caso seria a opção por uma Cloud particular, que custa um pouco mais do que a pública, mas garante uma maior integridade de dados, segurança e customizações.

Existem alternativas de soluções 100% Cloud que garantem um ambiente seguro e confiável a um custo bastante acessível.  Uma dessas alternativas é o Oracle Procurement Cloud , que além de otimizar todas as ações no processo de compras e suprimentos,  é totalmente integrado com diversos ERP´s ( JD Edwards, EBS, Peoplesoft, SAP, entre outros), o que agiliza a interação com os processos financeiros e fiscais da empresa.

Mas, um dos grandes paradigmas quando se discute a adoção de soluções na nuvem é o receio de perder o controle sobre a performance das aplicações e seu backup, uma vez que elas estarão “fora da empresa”.  De novo, uma solução para esse problema é simplesmente optar por uma nuvem privada. Ela garante que toda a performance do servidor pode ser otimizada continuamente e seus sistemas de backup poderão ser gerenciados pela sua equipe de infraestrutura.

Caso a empresa tenha uma gestão da cadeia de suprimentos mais complexa e rigorosa em requerimentos de segurança para ERPS ou soluções em nuvem, começar a mover os aplicativos principais para nuvens privadas ou híbridas seria o primeiro passo em direção a adoção de tecnologias Cloud para seu sistemas e soluções de TI.

2-Internet das Coisas e autoaprendizagem no ERP.

A Internet das Coisas (IOT) é algo que veio para ficar. Ela pode ser utilizada de infinitas formas, por infinitos setores. Um exemplo disso é como a internet das coisas pode ser uma  arma secreta no JD Edwards. Utilizar esse tipo de tecnologia é algo em processo de aprendizado no Brasil, mas em pouco tempo será utilizado por diversos segmentos.  Particularmente no setor de manufatura e produção industrial, a IoT pode ser uma diferencial forte.

Todos os dias novas aplicações chegam ao mercado e muitas inovações estão vindo da Internet das Coisas.

Empresas de manufatura podem hoje processar e analisar diversas informações vindo diretamente da fonte dessas aplicações IOT.  Isso ocorre por quê as tecnologias IoTs se alimentam de um desenvolvimento chamado “autoaprendizagem”. O processo parece complexo, mas é bem simples. O conector do dispostivo de IoT que coleta os dados, processa os mesmos e passa para frente as informações configuradas como relevantes. Esses dados são analisados e armazenados para futuras consultas.

O grande diferencial de uma solução IoT é como transformar milhares de dados que são coletados diariamente em informações valiosas.

Imagine que um dispositivo qualquer colete dezenas de dados como temperatura das suas máquinas de produção, funcionamento e manutenção da esteira de produção, possibilidade de falhas técnicas, etc.  Com uma solução IoT é possível o reconhecimento de padrões e a proposição de ações soluções relacionadas a problemas identificados.

Essas soluções podem ser apresentadas para os usuários finais ou implantadas direto nos processos de gestão da cadeia de suprimentos, conforme a configuração escolhida.

Esse processo possibilita uma significativa redução de custos, uma vez que o sitema fará todo o trabalho de coleta e análise de dados, e resolverá, com base na configuração definida, a melhor ação a tomar. Além de custos menores, uma garantia de qualidade e zero erros também é entregue quando usamos a máquina no lugar de pessoas.

Quer saber mais de soluções focadas para gerenciamento de processos, gestão da cadeia de suprimentos e compras, e mais?

 Conheça aqui os principais diferencias do Oracle JD Edwards.

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