diferenciais do JD Edwards

O Diferencial do ERP JD Edwards E1 – Ferramentas de Desenvolvimento.

O Oracle JD Edwards da Oracle é um dos ERPS mais completos e flexíveis do mercado de tecnologia. Seu pacote de aplicações integradas com o software combina valor comercial, tecnologia com base em padrões e experiências aprofundadas no setor em uma solução de negócios com custo total de propriedade reduzido.

Mas para entender por quê o JD Edwards funciona flexivelmente para qualquer segmento/setor é necessário analisar o pacote de ferramentas de desenvolvimento que compõe o sistema:

TOOLS –

Resumidamente, é o conjunto das ferramentas de desenvolvimento dentro do JDE. Essas ferramentas são altamente intuitivas pois possuem uma excelente interface com o desenvolvedor, além de prover uma ótima usabilidade, pois é possível a criação de diversas aplicações através das ferramentas conforme mostrado abaixo

Com o tools, é possível criar:

  • Tabelas.
  • Visões lógicas.
  • Aplicações online.
  • Relatórios simples de maneira fácil, rápida e com poucas linhas de código.

Um exemplo da praticidade do TOOLS é que com apenas 6 passos simples descritos abaixo, criamos um relatório dos pedidos de vendas por cliente, com seleção de dados, totalizando o valor dos pedidos e sem linhas de código. Os passos são:

1- Criar uma visão lógica no JDE;

2- Associar a tabela dos pedidos de vendas à visão lógica criada;

3- Criar um relatório no JDE;

4- Associar a visão lógica ao relatório criado.

5- Definir a seleção de dados;

6- Definir a “quebra” pelo campo Código do Cliente, escolhendo a opção de “Totalização”. Essas ferramentas facilitam a criação de novos relatórios, aplicações de consulta e de até novos módulos dentro do JDE pois o custo (tempo) de desenvolvimento é menor do que em outros ERPs.”

NER – (Named Event Rules)

É a principal linguagem de programação do JDE. É uma linguagem baseada em eventos.

Exemplos de eventos no JDE:

  • Quando uma tela é iniciada.
  • Quando um usuário clica no botão “OK”.
  • Quando o usuário faz uma consulta em uma tela.
  • Quando um relatório é executado.

Temos muitos eventos, onde podemos fazer uma programação NER.

A sintaxe da linguagem é muito simples e de fácil aprendizado. Um desenvolvedor com uma boa noção de lógica consegue interpretar um código NER com facilidade.

Não há “linha de código”. O TOOLS proporciona interfaces onde o desenvolvedor inclui diversas instruções, como por exemplo acesso ao banco de dados, chamada de funções, atribuições, criação de variáveis, instruções condicionais, através de cliques.

Com esse modelo de programação, eliminamos erros de sintaxe que são comuns em outras linguagens. A maior parte da programação no JDE é feita no NER pela facilidade de manutenção e criação de novas funcionalidades, mas também temos a opção de programarmos em C++ e Java para produzir funcionalidades mais específicas.

Além da criação de novas funcionalidades, o JDE permite a customização de aplicações que vieram com o sistema.

Através do TOOLS, podemos copiar um objeto Standard, criando um novo objeto e customizá-lo para adequá-lo a sua realidade. Em uma conjuntura onde os ERPs normalmente são um pouco “engessados”, a dobradinha TOOLS e NER é perfeita para quem precisa moldar o sistema às suas necessidades.

O JD Edwards tem extrema flexibilidade para qualquer que seja o seu processo de negócios, além de um alto nível de inovação tecnológica. Entender as ferramentas é entender o sistema e tudo que ele pode fazer pela gestão da sua empresa.

Quer saber mais sobre os diferenciais do JD Edwards e como ele pode te ajudar a reduzir custos e aumentar a produtividade da sua empresa, fale conosco aqui.

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